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domingo, 27 de novembro de 2016

INFLAMAÇÃO NO CORPO - Alimentos que podem causar inflamações

Inflamações podem ocorrer devido a várias causas.UMA DELAS É O QUE COLOCAMOS EM NOSSO CORPO E A ALIMENTAÇÃO É UMA DELAS.

Alimentos que podem causar inflamações NO NOSSO ORGANISMO:
1. Açúcar
É bem difícil evitar o açúcar, pois ele simplesmente está presente em tudo. Ainda assim, tente limitar seu consumo de alimentos que contêm açúcar refinado e dê preferência a frutas.

2. Óleos de cozinha comuns
Óleo de soja, girassol, canola, milho e de sementes de algodão contribuem para causar inflamações e são feitos com ingredientes que passam por processos industriais nada saudáveis.

3. Gorduras "trans"
Elas aumentam os níveis de colesterol ruim, promovem inflamações, obesidade e resistência à insulina. Estão presentes nas frituras, nas refeições de fast foods, nos alimentos assados em escala industrial, na manteiga de amendoim e em alimentos preparados com óleo ou margarina parcialmente hidrogenados.

4. Laticínios
Ainda que alguns iogurtes e queijos sejam saudáveis, algumas pessoas tem dificuldades em processar produtos derivados do leite, nestes casos: se torna é um alergênico e pode causar inflamações, problemas estomacais, alergias na pele, pruridos e até mesmo dificuldades respiratórias. Preste atenção ao seu próprio corpo e de como ele reage ao leite.
5. Carnes provenientes de animais alimentados com grãos
Animais alimentados com grãos de soja ou milho, por exemplo, podem apresentar altos níveis de inflamações. Eles também têm excesso de peso e levam injeções de hormônios e antibióticos. Sempre opte por carnes de procedência orgânica.

A carne vermelha contém uma molécula que os humanos não produzem naturalmente, chamada Neu5GC. Uma vez que essa substância é ingerida pelo nosso organismo, ele desenvolve anticorpos que podem provocar constantes reações inflamatórias. Reduza o consumo de carne vermelha a uma vez por semana, ou substitua por frango e/ou peixe.

7. Álcool
O consumo regular de bebidas alcoólicas causa irritações e inflamações a vários órgãos.

8. Grãos refinados

Alimentos "refinados" não possuem fibras e apresentam alto teor glicêmico. Estão em todos os lugares: arroz branco, farinha branca, pão branco, massas, bolos... Seria melhor substituí-los por produtos minimamente processados.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

sangue - conhecendo sobre.Exame de sangue compreendendo.

Vamos entender melhor o plasma e os elementos figurados do sangue.

O plasma é a parte líquida do sangue e os elementos figurados podemos dizer que são as partes sólidas do sangue, ou seja, o sangue tem a função de transportar as substâncias e no caso é o plasma que transporta através da circulação sanguínea os elementos figurados (hemácias, leucócitos, plaquetas) e outras substâncias, tais como: gases, vírus, bactérias, hormônios etc.

Dos 100% do plasma 91,5% é água, 8,5% são solutos, desses solutos 7% são proteínas e 1,5% outros solutos.

O que recebe o nome de: elementos figurados:
- hemácias também chamadas de glóbulos vermelhos = 99%

- leucócitos e plaquetas = 1%



Leucócitos, ou glóbulos brancos são células produzidas pela medula óssea que têm a função de defender o organismo contra doenças, infecções e alergias.
 
Plaquetas: A sua principal função é a formação de coágulos, participando portanto do processo de coagulação sanguínea. Uma pessoa normal tem entre 150.000 e 400.000 plaquetas por milímetro cúbico de sangue. Sua diminuição ou disfunção pode levar a sangramentos, assim como seu aumento pode aumentar o risco de trombose.

Quer entender seu exame de sangue?



sexta-feira, 28 de outubro de 2016

PERNAS FRACAS - CAUSAS

O que causa pernas fracas
A fraqueza muscular nas pernas pode ser causada por diversos fatores, como problemas neuromusculares, doenças metabólicas, congênitas e psicológicas, por deficiência de nutrientes, acúmulo de toxinas, fraqueza generalizada no corpo por cansaço ou esgotamento, ou simplesmente, a fraqueza muscular própria do envelhecimento.
Sintomas característicos de pernas fracas são: dormência, dor nas pernas, dificuldade em caminhar, mancar ao andar, dificuldade em levantar de uma cadeira ou da cama, por exemplo.
Algumas causas:
- Desidratação. Como saber: Urina clarinha OK - Urina amarela Desidratada.
- Remédios diuréticos.
- Remédios para colesterol alto. As estainas dão muita dor muscular e cãibras, principalmente a noite.
- Distúrbios Eletrolíticos que vem pela desidratação - falta de cálcio, magnésio, potássio e o sódio.
- Impulsão Elétrica - não emitida pelo cérebro, como por exemplo, o  Excesso de eletricidade estática no corpo,.
- Varizes.
- Muitas podem ser as causas. Essas são as mais comuns. Outras causas precisam ser investigadas

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

GLÂNDULA PINEAL - GLÂNDULAS e SISTEMAS do NOSSO CORPO



GLÂNDULA PINEAL - Matéria completa sobre as glândulas e sistemas em: 
http://gfugeradordefrequencia.blogspot.com.br/2011/03/25-glandulas-hormonios-o-sistema.html

http://saudavelfeliz.blogspot.com.br/2010/06/sistema-imunologico-sistema-endocrino.html

Exposição a substâncias tóxicas estresse, estilo de vida, álcool, tabaco, cafeína, açúcar refinado, mercúrio e fluoreto, encontrados na água, pasta de dentes e produtos dentifrícios, por exemplo, prejudicam o funcionamento desta glândula.
 ALIMENTOS QUE PODEM AJUDAR
Cacau, o ácido cítrico (Laranja, Limão, Tangerina, Cidra, Pomelo, Lima-da-pérsia), óleo de orégano , vinagre de maçã , alho ,Tamarindo ,Vitaminas K1 e K2 , Boro , Erva de São João ,Passiflora.
OUTROS:
Exposição a luz solar alguns minutos por dia.Cientificamente comprovado que estimula o funcionamento da glândula pineal.dor. 
Meditação e exercícios respiratórios ajudam a limpar e ativar essa glândula.


 http://janeladoconhecimento.com/

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

BACTÉRIAS e BANDEJAS DE RESTAURANTE

Bandejas de restaurantes são foco para proliferação de bactérias

Pesquisa realizada sob orientação de microbiologista revelou micro-organismos responsáveis por sérias doenças nestes utensílios.

Elas são práticas, resistentes e auxiliam os consumidores na locomoção com o alimento, mas também são verdadeiros focos para a proliferação de bactérias. São elas, as badejas de restaurantes e fastfoods

O utensílio que parece inofensivo, utilizado pela maioria das pessoas em praças de alimentação, se revelou um verdadeiro ninho para diversos micro-organismos responsáveis por uma série de doenças, principalmente gastrointestinais (cólicas intensas, vômitos e diarreia), febre e pode até afetar o sistema nervoso, em casos mais sérios.

O resultado da afirmação foi comprovado em uma pesquisa realizada por Jaqueline Prado e Monique Bochichio, alunas do curso de Biomedicina da Faculdade Metrocamp, orientada pela doutora em microbiologia pela Unicamp, Rosana Siqueira. O problema é a contaminação cruzada destes fungos e bactérias, quando são empilhadas e entram em contato com outros restos de alimentos.
 Dos quatro restaurantes avaliados, 87% continuam um número elevado de bactérias e fungos, acima do permitido pela Organização Mundial da Saúde e Organização Pan-Americana de Saúde. 

O permitido é de 50UFC/cm2(UFC: Unidades Formadoras de Colônias), mas em alguns casos o valor encontrado foi até 200 vezes superior.

“Dentre os micro-organismos isolados encontrados, estavam o Estafilococos coagulase positiva (S. aureus)leveduras e atécoliformes fecais”, explica a professora.

De acordo com a análise da microbiologista, “concluiu-se que há falha no processo de higienização desses utensílios e necessidade de um plano de melhoria na qualidade microbiológica destas bandejas para diminuir o risco de contaminação cruzada e desenvolvimento de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA’s)”.
A única saída para evitar isso é a higienização constante, não apenas na parte superior da bandeja, mas também na parte inferior, já que quando empilhadas entram em contato com os restos de alimentos depositados na outra bandeja.
“Uma dica importante é sempre forrar a bandeja com guardanapos de papel que são fornecidos pelos restaurantes ou utilizar o próprio papel que vem embrulhado ao lanche. Se cair qualquer pedaço de lanche ou alimento sobre a superfície da bandeja, o ideal é que seja descartado e não seja consumido”, reforça Rosana.
http://pedefigo.com/bandejas-de-restaurantes-sao-foco-para-proliferacao-de-bacterias/

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Dengue - Chikungunya e a Zica.

Aqueles que já me conhecem sabem que tenho uma visão diferente: SOU A FAVOR DE IR DIRETO ÀS CAUSAS.

 O calor chegou, as  chuvas também e os mosquitos continuam para nos mostrar que TODOS SOMOS iguais. 

O Aedes aegypti tem um grande poder de locomoção e não escolhe o indivíduo a ser picado pela classe social, cor ou credo.

 Mas podemos "cair na real" e fazer a nossa parte.

 Nós que temos a possibilidade da Internet e da conscientização sabemos que o país está passando dificuldades em administrar o R$ até para o HIPER básico: SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA .... Terá condições e foco para fiscalizar e cuidar do assunto ? Fiscais ? Eu não creio. .. PRECISARÍAMOS DE MUITOS! !

Acredito sim que está mais que na hora de agirmos. Sem fiscais e condições financeiras não adianta denunciar os matagais, lixões, vizinhos, casas com piscina, casas abandonadas ....

 Existem áreas que não chegam informação com facilidade. Cabe a nós procurar divulgar para pessoas que tem Internet nessas regiões ou próximas e pedir que ajudem divulgando conhecimento com panfletos, por exemplo.

 Lembrando sempre: Uma pessoa contaminada dessas regiões, ao viajarem, espalham a doença. A capital cearense continua concentrando o maior número de casos de dengue confirmados.

Na medição de incidência, a região mais afetada no início do ano foi a Centro-Oeste e e o  Sudeste, segunda região mais afetada. Mas me pergunto: De que me adianta essa informação ?

Acho legal ver o apoio de algumas cidades para os pais de crianças com microcefalia, mas sinceramente eu acredito que esse gasto e esse sofrimento poderia e ainda pode ser evitado. Vamos lá gente ! O focar é o que vai nos ajudar !

Por exemplo: Podemos espalhar panfletos no nosso bairro para fazermos uma limpeza de caixa d água, colocarmos a tela , fechar as frestas.  É só colocar no navegador 
Dengue - Chikungunya e a Zica. Se preferir vídeo ... optar por vídeos.

O título é caixa d água, mas existem vários ... ralo, plantas, água dos nossos bichinhos. Você sabia que as maiorias dos criadouros estão em nossas casas? Conversando com um fiscal ele me contou que muitos casos estão nas vasilhas dos animais dentro do nosso terreno.

 Se fizermos uma ação conjunta fica bem mais barato e eficaz.

Existe na Net os " maridos de aluguel" especializados na limpeza dos lixos nos arredores e com roupas e proteções para não serem picados.  Que tal fazer uma vaquinha e solicitar esse serviço.

É so parar uns 5 minutinhos que vamos ter montes de idéias. Afinal esse é dom do povo brasileiro: CRIATIVIDADE.

 Na Net tem MUITA informação sobre. 


Escolas e postos de saúde da comunidade rural paraense de Tracuateua decidiram unir esforços para combater o mosquito transmissor do zika: levaram o problema para as salas de aula e transformaram estudantes em agentes de mudança.
Tracuateua é um dos municípios da Amazônia que participam do Selo UNICEF Município Aprovado, uma iniciativa para melhorar as condições de vida das crianças e dos adolescentes no Semiárido e na Amazônia Legal Brasileira.
O município de Tracuateua, no nordeste do Pará, tinha um grande desafio: proteger a população do mosquito Aedes aegypti. Dos 30 mil moradores, 70% vivem em pequenas comunidades rurais — locais afastados e sem coleta de lixo.
Sem o serviço e com pouca informação, os moradores acabam optando por soluções perigosas. No verão, as famílias reúnem o lixo e queimam. No inverno, época de chuva, enterram os sacos em casa ou descartam em terrenos abandonados. O lixo a céu aberto é o cenário perfeito para a proliferação de doenças.
Enquanto a prefeitura tenta solucionar a questão da coleta, escolas e postos de saúde decidiram se unir em uma ação de conscientização. A proposta consistia em levar o problema para dentro das escolas, discutir com os alunos e usá-los como agentes de transformação.
“O projeto surgiu da necessidade da comunidade”, conta Maria Dias, diretora da EMEF Francisco Nascimento, na comunidade de Santa Maria. Tanto os alunos da educação infantil como do ensino fundamental participaram da iniciativa. As crianças aprenderam sobre o mosquito em sala de aula e receberam visitas de agentes de saúde, o que permitiu tirar dúvidas e saber como se proteger. As informações foram detalhadas em cartazes espalhados pela comunidade e usados para convocar mutirões.
Yasmin Mandu Almeida, aluna do 7º ano, participou de uma das ações. A adolescente se sensibilizou com o tema e reuniu colegas para ir às ruas. “No trabalho de campo, encontramos um terreno abandonado. Lá dentro, havia um vaso sanitário cheio d’água. Tínhamos aprendido que esse era um ambiente propício ao ciclo de vida do Aedes: a fêmea põe os ovos, que viram larvas, se tornam pupa e, dali, surge o mosquito adulto, que pode picar e transmitir doenças”.
Os alunos tiraram fotos e acionaram a unidade de saúde, que fez uma limpeza no local. O mutirão continuou, e as crianças entrevistaram quem passava na rua. “Descobrimos que várias pessoas não sabiam muito sobre o Aedes. Os donos de gado, por exemplo, colocam uma garrafa PET na ponta das estacas dos currais para que não apodreçam. Eles não tinham visto que acumulavam água e podiam ser criadouros de mosquitos”, disse Yasmin.
O trajeto do grupo de alunos terminou na casa de José Maria Ribeiro, de 84 anos, morador mais antigo da comunidade. Ele e a esposa, Joana, ouviram atentamente as orientações. “Nossos filhos estudaram na escola da comunidade e hoje já terminaram a universidade. É muito bom ver que estamos formando uma geração de cidadãos conscientes”, disse José.
Ao final da ação, foi possível perceber uma maior conscientização da comunidade para o combate ao mosquito e uma aproximação importante entre as áreas de educação e saúde. “As escolas passaram a tratar a saúde como um tema transversal e multidisciplinar, fazendo com que assuntos como o combate ao mosquito se tornassem parte obrigatória de todos os projetos educacionais”, declarou Márcia Jorge, articuladora do Selo UNICEF em Tracuateua.
Com o tema presente em todas as escolas, o controle do vetor foi intensificado e as reivindicações em relação à coleta de lixo entraram na agenda municipal. Tracuateua é um dos municípios da Amazônia que participam do Selo UNICEF Município Aprovado, uma iniciativa para melhorar as condições de vida das crianças e dos adolescentes no Semiárido e na Amazônia Legal Brasileira.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) aplica uma metodologia que ajuda governos a assegurar e proporcionar acesso aos direitos da criança. Em fevereiro de 2016, a agência da ONU desafiou os municípios a ganharem um “ponto extra” no selo a partir de atividades focadas no combate à proliferação do Aedes aegypti.

Fonte: Nações Unidas