Como adquirir meu Aparelho de ELETROTERAPIA ?


COMO ADQUIRIR O SEU APARELHO: Você pode adquirir pelo PagSeguro“comprar com” que leva você até a página de compra por boleto, com cartão a vista ou parcelado. R$ 452,00 + envio.






Ou por depósito bancário Banco do Brasil, Itaú ou Bradesco.

R$ 417,00 + frete.

Para passar para você o preço total preciso que me envie por e mail o Cep. do endereço de entrega.


helofontoura@hotmail.com

A SAÚDE ESTÁ NO SANGUE LIMPO. ADQUIRA SEU APARELHO DE ELETROTERAPIA GFU de quem entende do assunto, te dá suporte, responde seus e mails, tira suas dúvidas e realiza consultas individuais.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

DESODORANTE ou ANTI TRANSPIRANTE? Creme? Roll-on? Spray ? Aerosol?

DESODORANTES: Qual a diferença entre  ANTIPERSPIRANTES e  ANTITRANSPIRANTES

Antiperspirantes ou antitranspirantes são produtos que inibem ou diminuem a transpiração.

A diferença entre desodorante e antitranspirante é que o primeiro serve para remover o odor das axilas, enquanto o segundo é responsável por reduzir a quantidade de suor produzido. Grande parte dos antitranspirantes funciona também como desodorante, porém a maioria dos desodorantes não atua como antitranspirante.
Os antitranspirantes possuem em sua composição sais de alumínio e derivados. 

Por este motivo, algumas pessoas questionam se estes compostos em contato com o corpo propiciariam o desenvolvimento de câncer de mama. Outra associação refere-se ao fato de que a maior incidência da doença ocorre no quadrante superior da área do peito, local utilizado para aplicação do produto, onde estão localizados os nódulos linfáticos.
Tomando-se como referência o parecer da American Cancer Society sobre este assunto, é possível que alguns Antiperspirantes  possam irritar a pele e que não é raro o desenvolvimento de uma infecção chamada hidradenite supurativa, que se inicia na glândula sudorípara na axila ou região inguinal. Esta infecção pode levar à bacteremia (bactérias na corrente sanguínea) e choque se não tratado adequadamente. A depilação com lâmina pode agravar uma infecção axilar.

DESODORANTE
A finalidade do desodorante, como o próprio nome diz, é desodorizar, ou seja, acabar com o odor.
Isso é interessante quando nós passamos a conhecer a constituição de nosso suor.

O suor tem uma função importantíssima, que envolve manter a temperatura corporal, porque quando ele evapora, o corpo é resfriado, ele também mantém a pele hidratada e  elimina metabólitos. Além disso, ele não possui cheiro, pois é praticamente água (99%), o restante são íons como potássio, cloreto, sódio, amônio, ácidos carboxílicos de baixa massa molar, ureia e outros componentes.

No entanto, em nossa pele, existem bactérias que decompõem algumas substâncias do suor, produzindo outras de odor desagradável, principalmente ácidos carboxílicos.

Sabendo disso, o desodorante possui substâncias químicas, principalmente o triclosan.
Os desodorantes podem também apresentar outros componentes, como álcool e essências.

 Por isso, a exposição ao sol da axila com desodorante (ou com qualquer produto que contenha álcool) pode provocar manchas e o escurecimento da pele.

ANTITRANSPIRANTE
O principal componente ativo dos antitranspirantes é o cloridrato de alumínio, cujos cátions Al3+coagulam as proteínas, formando estruturas bloqueadoras que provocam o fechamento dos dutos das glândulas sudoríparas, reduzindo a produção do suor. Por causa disso, existe o risco de obstrução dos poros e inflamação da glândula. Algumas pessoas podem apresentar ainda irritação a componentes derivados do alumínio.
Recentemente, informações têm sido divulgadas dizendo que esses sais de alumínio e seus derivados usados em antitranspirantes estariam causando câncer de mama nas mulheres. A explicação que seria dada para isso é que o alumínio pode ser absorvido pelo organismo e se acumular.

Agora, quanto ao tipo mais adequado para cada pele, necessidade e gosto, veja as dicas abaixo:
1. Creme: É o que mais hidrata a pele, por isso, se você depila as axilas com lâmina, essa é a melhor opção;
2. Roll-on: Esse tipo de desodorante não é muito indicado por ter contato direto com a pele, podendo ser contaminado;
3. Spray: No caso de desodorante ou antitranspirantes spray, eles se apresentam na forma líquida podendo causar ardência na pele;
4. Aerosol: É o que seca mais rapidamente de todos, mas, além de poder causar irritação na pele, manchas nas roupas, o líquido dele vem sob forte pressão combinado com gases. Aí que mora o maior perigo: temos de tomar cuidado para que o desodorante ou antitranspirante em aerosol spray que compremos não contenha os gases CFCs (clorofluorcarbonos), pois eles são gases poluidores que agravam o problema do efeito estufa e do aquecimento global.




Uma informação importante também é que se usarmos substâncias básicas como o leite de magnésia e talcos com bicarbonato de sódio, isso provocará a morte das bactérias e também acabará com o mau cheiro nas axilas. 

http://www1.inca.gov.br/
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/



sábado, 17 de setembro de 2016

SOJA - Vale ler

ALERTA: Conheça os venenos da soja para a saúde humana

Data 14/6/2007 11:45:10 | Assunto: Transgênicos E o assunto continua cada dia mais e mais comprovações.
MAIS SOBRE EM:

O veneno está na soja (mesmo na convencional e mais grave na transgênica)

O perigo mais grave é o ácido fítico.

Alerta sobre a soja


A soja começou a ser utilizada como alimento durante a dinastia Chou (1134-246 AC), depois que os chineses aprenderam a fermentar os grãos de soja para produzir alimentos como missô e shoyu. Os orientais consomem alimentos de soja em pequenas quantidades, como condimento e não para substituir produtos animais. A maioria dos alimentos modernos de soja não são fermentados para neutralizar toxinas contidas nos grãos de soja e são processados de tal forma que as proteínas são alteradas e os níveis de cancerígenos aumentam.

* Inibidores de tripsina na soja interferem com a digestão de proteínas e podem causar distúrbios no pâncreas. 

* Alimentos de soja aumentam a necessidade de vitamina D no organismo, porém a vitamina D sintética, acrescentada ao leite de soja, é tóxica. 

* Os análogos à vitamina B12 na soja não são absorvidos e até aumentam a demanda de vitamina B12 no corpo.

* Alimentos de soja contém altos níveis de alumínio, que são tóxicos para o sistema nervoso e os rins.

* O processamento da proteína de soja resulta na formação de lisinoanalina tóxica e de nitrosaminas altamente cancerígenas. Durante o processamento, também é formado glutamato monossódico, MSG, um potente neurotóxico, e quantidades adicionais são acrescentadas a vários alimentos de soja.

* Altos níveis de ácido fítico na soja reduzem a assimilação de cálcio, magnésio e cobre, bem como a biodisponibilidade de ferro e zinco, necessários para a saúde e o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso. O ácido fítico na soja não é neutralizado por métodos comuns, como deixar de molho, germinar e cozinhar por muito tempo. Alimentos que contém grandes quantidades de ácido fítico causaram problemas de crescimento em crianças.

* Megadoses de fitoestrógenos, no pó de soja para lactentes, são implicados no atual aumento do desenvolvimento sexual prematuro em meninas e no retardamento do desenvolvimento sexual em meninos. Fitoestrógenos na soja interferem na função endócrina e podem causar infertilidade e podem provocar câncer de mama. Vários estudos revelaram que a soja causa infertilidade em animais. O consumo de soja aumenta o crescimento de cabelo em homens de meia idade, indicando níveis reduzidos de testosterona. Tofu era consumido por monges budistas para reduzir a libido.

Fitoestrógenos na soja são potentes agentes antitireóides que causam hipotireoidismo e podem causar câncer da tireóide. Em nenês, o consumo de leite de soja foi associado a uma doença auto-imune da tireóide. Alimentos de soja podem estimular o crescimento de tumores relacionados ao estrógeno e causar problemas na tireóide. A baixa função da tireóide está relacionada a dificuldades na menopausa.

* Em animais, a alimentação com soja mostra que fitoestrógenos na soja são poderosos disruptores endócrinos. A amamentação com soja — que inunda a corrente sangüínea com hormônios femininos, que inibem a testosterona — não pode ser ignorada como possível causa de desenvolvimento alterado em meninos, incluindo o TDAH, transtorno no déficit de atenção e hiperatividade. Meninos expostos a DES, um estrógeno sintético, tinham testículos menores que o normal na fase de maturação.

* Nenês do sexo masculino passam por uma “onda de testosterona” durante os primeiros meses de vida, quando os níveis de testosterona podem atingir aqueles de um homem adulto. Durante este período, o nenê masculino está programado para desenvolver características masculinas na puberdade — não apenas no desenvolvimento dos órgãos sexuais e de outros traços físicos masculinos, mas também na determinação das características cerebrais do comportamento masculino.

* Nenês alimentados com leite de soja têm 13.000 a 22.000 vezes mais compostos de estrógeno no sangue do que nenês que recebem leite em pó comum. O nenê alimentado exclusivamente com mamadeira de soja, recebe diariamente o estrógeno equivalente a, pelo menos, cinco pílulas anticoncepcionais por dia.

* Quase 15% de meninas brancas e 50% de meninas afro-americanas mostram sinais de puberdade, como desenvolvimento dos seios e pêlo púbico, antes dos oito anos de idade. Algumas meninas mostram desenvolvimento sexual antes dos três anos de idade. O desenvolvimento prematuro de meninas foi relacionado ao uso de mamadeira de soja e à exposição a pseudo-estrógenos ambientais como PCBs e DDE.

* O consumo elevado de fitoestrógenos durante a gravidez pode produzir efeitos adversos no feto e, mais tarde, sobre o início da puberdade.


O FDA nunca aprovou a proteína isolada da soja como GRAS (Generally Recognized as Safe), devido à preocupação com a presença de toxinas e cancerígenos na soja processada.

_____

Fonte: Soy Alert!, Projeto da fundação Weston A Price, Washington, 1999

ADITIVOS - CONHECENDO ALGUNS NOMES

 COLOCANDO ESSE ARTIGO PARA CONHECIMENTO DE NOMENCLATURA. 


Ácidos, Reguladores de acidez, agente antiaglomerante, antiespuma, de volume, de transporte incluindo solventes de transporte, sais de fusão -dispersantes de proteínas, endurecedores, intensificadores do gosto e do aroma, espumantes -dispersantes de gases em alimentos líquidos ou sólidos, agentes de brilho e protecção superficial, humidificantes, amidos modificados, gases de embalagem, propulsores, levedantes químicos, sequestrantes ou complexantes de metais.

E 260 — Ácido acético; acidulante, agente antibacteriano e diluente de matérias corantes, é um componente natural do vinagre, mas geralmente produzido por destilação destrutiva de madeira; não são conhecidos problemas toxicológicos.

E 261 — Acetato de potássio; agente tampão e estabilizador da cor natural dos tecidos animais e vegetais; não é tóxico, mas
deve ser evitado por pessoas com deficiência renal.

E 262 — Acetato de sódio e hidrogenoacetato de sódio (ou diacetato de sódio); agentes tampão e conservantes, principalmente contra a germinação de esporos de fungos no pão;
não têm efeitos adversos excepto para pessoas com deficiência renal.

E 263 — Acetato de cálcio; conservante usado contra o desenvolvimento de fungos e complexante de metais (sequestrante), também usado para dar consistência a alimentos; não se lhe conhecem efeitos adversos.

E 270 — Ácido láctico; conservante, acidulante e aromatizante, tem também a capacidade de aumentar o efeito antioxidante de outras substâncias; é naturalmente produzido pelos microrganismos lácticos, embora seja também obtido industrialmente pela fermentação de hidratos de carbono por estirpes de bactérias lácticas; não apresenta efeitos toxicológicos nos adultos, mas
os bebes podem ter dificuldades em metabolizá-lo.

E 290 — Dióxido de carbono; conservante, agente de arrefecimento e gás de embalagem; é um produto natural presente na atmosfera, também obtido por fermentação ou pela acção de ácidos sobre os carbonatos;
no estômago alguns carbonatos aumentam a secrecção dos sucos gástricos e promovem a absorção de álcool potenciando o seu efeito.

E 296 — Ácido málico; acidificante e aromatizante, é um constituinte natural de muitos frutos (p. ex., da macieira, Malus domestica; Rosaceae), sendo também produzido quimicamente; não tem efeitos adversos.

E 297 — Ácido fumárico; acidificante, aromatizante e antioxidante e fermento artificial, ocorre em pequenas quantidades em muitas plantas, sendo obtido comercialmente por processos fermentativos; não tem efeitos adversos.

E 335 — Tartaratos de sódio; a) monossódico; b) dissódico; obtidos do ácido tartárico (E 334), têm propriedades idênticas a ele e capacidade tamponizadora e emulsificadora; não têm efeitos adversos.

E 336 — Tartaratos de potássio; a) monopotássico; b) dipotássico; obtidos a partir do ácido tartárico (E 334), utilizam-se como acidulante (a), agentes tamponizadores e emulsificadores, antioxidantes e levedante (a), neste caso geralmente em associação com o bicarbonato de sódio (E 500); não têm efeitos adversos.

E 337 — Tartarato duplo de sódio e potássio; obtido do ácido tartárico e com aplicações semelhantes às do E 336.

E 338 — Ácido fosfórico; acidificante, aromatizante e sequestrante (complexante de metais), aumenta a acção antioxidante de outros aditivos; não tem efeitos adversos.

E 339 — Fosfatos de sódio; a) monossódico; b) dissódico; c) trissódico; com propriedades semelhantes ao E 338 e com capacidade tamponizadora, gelificante (b) e clarificante (c); não têm efeitos adversos.

E 340 — Fosfatos de potássio: a) monopotássico; b) dipotássico; c) tripotássico; muito semelhantes aos E 339.

E 341 — Fosfatos de cálcio: a) monocálcico; b) dicálcico; c) tricálcico; têm utilização muito semelhante às dos E 339, para além do seu emprego como suplementos de cálcio e levedante (a); não têm efeitos adversos.

E 343 — Fosfatos de magnésio: a)monomagnésico; b) dimagnésico; com capacidade tamponizadora, utilizam-se como reguladores de acidez.*

E 350 — Malatos de sódio: a) malato; b) hidrogenomalato; sais do ácido málico (E 296) usados como agentes tamponizadores; sem efeitos adversos.

E 351 — Malato de potássio; agente tamponizador obtido a partir do ácido málico (E 296); sem efeitos adversos.

E 352 — Malatos de cálcio: a) malato; b) hidrogenomalato; obtidos a partir do ácido málico (E 296), são usados como agentes tamponizadores e para dar consistência a alimentos; sem efeitos adversos.

E 353 — Ácido metatartárico; agente sequestrante (complexante de metais) obtido a partir do ácido tartário (E 334), utilizado em vinhos; não tem efeitos adversos.

E 354 — Tartarato de cálcio; sal do ácido tartárico (E 334), agente tamponizador e estabilizante de aditivos antioxidantes; não tem efeitos adversos.

E 355 — Ácido adípico; ácido orgânico dicarboxílico (hexanodióico) ocorre em muitos seres vivos e em concentração particularmente elevada na beterraba, mas é obtido comercialmente por oxidação do ciclo-hexanol com ácido nítrico; utiliza-se como acidificante, aromatizante e levedante, apresentando vantagem sobre o ácido tartárico (E 334), os tartaratos e os fosfatos por não ser higroscópico; não tem efeitos adversos.

E 356 — Adipato de sódio; sal do ácido adípico (E 355) com utilizações idênticas às dele.

E 357 — Adipato de potássio; sal do ácido adípico (E 355) com utilizações idênticas às dele.

E 363 — Ácido succínico; ácido orgânico dicarboxílico (butanodióico) interveniente no ciclo de Krebs, encontra--se em pequenas quantidades em alguns frutos, sendo obtido comercialmente a partir do ácido acético; utiliza--se como acidificante, agente tamponizante e sequestrante (complexante de metais); não tem efeitos adversos.

E 380 — Citrato triamónico; obtido a partir do ácido cítrico (E 330), utiliza-se como tamponizante e emulsionante; não tem efeitos adversos.

E 385 — Etilenodiaminatetracetato de cálcio dissódico (EDTA Ca Na2); preparado sinteticamente é um complexante de metais (sequestrante) e agente estabilizador, usado em molhos, conservas e algumas bebidas;
tem sido sugerido que interfira com a absorção pelo organismo de microelementos, como o ferro, o zinco e o cobre; em doses superiores às utilizadas nos alimentos produz diarreia, vómitos e cólicas.

E 422 — Glicerol; álcool componente de óleos e gorduras, obtido a partir deles como subproduto das indústrias dos sabões e dos ácidos gordos; é usado como solvente, humidificante e adoçante; ingestão de doses
elevadas pode provocar dores de cabeça, sede, naúseas e aumentar o teor de açúcar no sangue.

E 459 — Beta-ciclodextrina, Polissacárido cíclico; agente de transporte utilizado no encapsulamento de aditivos alimentares, e vitaminas.

E 500 — Carbonatos de sódio: a) carbonato; b) hidrogenocarbonato; c) sesquicarbonato; utilizados como alcalinizantes; não têm efeitos adversos em pequenas doses, mas em teores elevados
podem afectar o aparelho digestivo e causar problemas circulatórios.

E 501 — Carbonatos de potássio: a) carbonato; b) hidrogenocarbonato; idênticos ao E 500.

E 503 — Carbonatos de amónio: a) carbonato; b) hidrogenocarbonato; idênticos ao E 500 e também usados como agentes tamponizantes.

E 504 — Carbonatos de magnésio: a) carbonato; b) hidrogenocarbonato (ou hidroxicarbonato); idênticos ao E 500.

E 507 — Ácido clorídrico; acidificante, não tem efeitos adversos.

E 508 — Cloreto de potássio; substituto do sal e suplemento dietético; em doses elevadas
pode causar ulcerações gástricas ou intestinais.

E 509 — Cloreto de cálcio; utiliza-se como sequestrante (complexante de metais) e para dar firmeza; não tem efeitos adversos.

E 511 — Cloreto de magnésio; utiliza-se como suplemento dietético e para conferir firmeza
; é laxativo e os teores de magnésio absorvido facilmente eliminados pelos rins, excepto em pessoas com problemas renais.

E 512 — Cloreto estanoso; é um forte agente redutor, com poder descorante, usado em certas conservas vegetais que se desejem despigmentados (p. ex., espargos brancos); tem baixa toxicidade para o ser humano, mas
pode ser altamente irritante na pele e nas mucosas.

E 513 — Ácido sulfúrico; utilizado como acidificante; é uma substância tóxica.

E 514 — Sulfatos de sódio: a) sulfato; b) hidrogenossulfato; utilizados como diluentes;
doses elevadas de sódio podem ser excessivas, particularmente para bebés e deficientes cardíacos e renais.

E 515 — Sulfatos de potássio: a) sulfato; b) hidrogenossulfato; substitutos do sal para fins dietéticos; não têm efeitos adversos.

E 516 — Sulfato de cálcio ou gesso; utiliza-se como agente de firmeza, sequestrante (complexante de metais), suplemento nutritivo e excipiente inerte; não tem efeitos adversos.

E 517 — Sulfato de amónio; utilizado como solvente de transporte e tamponizante; não tem efeitos adversos.

E 520 — Sulfato de alumínio; tem propriedades antissépticas, detergente e clarificante; o alumínio absorvido é facilmente eliminado pelos rins, quando saudáveis.

E 521 — Sulfato de alumínio e sódio; idêntico ao E 520.

E 522 — Sulfato de alumínio e potássio; idêntico ao E 520.

E 523 — Sulfato de alumínio e amónio; idêntico ao E 520.

E 524 — Hidróxido de sódio; alcalinizante e dissolvente de corantes; substância caústica,
não tem efeitos adversos nas aplicações usuais em que se emprega diluída.

E 525 — Hidróxido de potássio; idêntico ao E 524.

E 526 — Hidróxido de cálcio; agente neutralizante e conferidor de firmeza; não tem efeitos adversos.

E 527 — Hidróxido de amónio; alcalinizante e diluente e solvente de corantes; não tem efeitos adversos.

E 528 — Hidróxido de magnésio; alcalinizante; não tem efeitos adversos.

E 529 — Óxido de cálcio; alcalinizante e nutriente; não tem efeitos adversos.

E 530 — Óxido de magnésio; alcalinizante e antiagregante; não tem efeitos adversos.

E 535 — Ferrocianeto de sódio; agente antiagregante e modificador de cristais, usado no sal e nos seus substitutos; tem baixo nível de toxicidade já que o grupo cianeto está bloqueado pelo ferro.

E 536 — Ferrocianeto de potássio; idêntico ao E 535.

E 538 — Ferrocianeto de cálcio; idêntico ao E 535.

E 541 — Fosfato ácido de alumínio e sódio; acidificante e levedante para padaria fina (scones e similares);
o organismo saudável adapta-se facilmente a teores elevados de sódio e elimina o alumínio absorvido, porém estão em risco bebés e pessoas com insuficiências renais ou cardíacas.

E 551 — Sílica (ou dióxido de silício); agente de suspensão e antiagregante, espessante e estabilizador em suspensões e emulsões ou mesmo no vinho; não tem efeitos adversos.

E 552 — Silicato de cálcio; antiagregante e agente de polimento, brilho e revestimento; não tem efeitos adversos.

E 553a — Silicato de magnésio e trissilicato de magnésio (desprovido de amianto); idêntico ao E 552.

E 553b — Talco (desprovido de amianto); agente anti-aderência; não tem efeitos adversos.

E 554 — Silicato de alumínio e sódio; agente antiagregante; o excesso de alumínio e sódio pode pôr em risco pessoas com insuficiências renais ou cardíacas.

E 555 — Silicato de alumínio e potássio; idêntico ao E 554.

E 556 — Silicato de alumínio e cálcio; idêntico ao E 554.

E 558 — Bentonite; material argiloso essencialmente do tipo montmorilonite, encontrado pela primeira vez em Fort Benton (estado de Wyoming nos EUA), usado como agente antiagregante, clarificante e emulsionante; não tem efeitos adversos.

E 559 — Silicato de alumínio (caulino); agente antiagregante; não tem efeitos adversos.

E 570 — Ácidos gordos; ácidos orgânicos obtidos dos óleos e gorduras, usados como agentes antiagregantes e emulsionantes; não têm efeitos adversos.

E 574 — Ácido glucónico; açúcar-ácido preparado comercialmente a partir da oxidação da glucose, usado como acidificante e sequestrante (complexante de metais); durante o aquecimento do leite impede a formação de «pedra» (depósitos de fosfatos de cálcio e magnésio) e durante a preparação da cerveja evita também a formação da «pedra» da cerveja; não tem efeitos adversos.

E 575 — Glucono-delta-lactona; idêntico ao E 574.

E 576 — Gluconato de sódio; sal do E 574, usado como sequestrante (complexante de metais) e suplemento dietético; não tem efeitos adversos.

E 577 — Gluconato de potássio; idêntico ao E 576.

E 578 — Gluconato de cálcio; sal do E 574, usado como sequestrante (complexante de metais), agente tamponizador e para dar firmeza; não tem efeitos adversos.

E 579 — Gluconato ferroso; sal de ferro do E 574, usado como adjuvante em processos de coloração ou escurecimento por oxidação; não tem efeitos adversos.

E 585 — Lactato ferroso; sal de ferro do E 270, usado como nutriente e como adjuvante em processos de coloração ou escurecimento por oxidação; não tem efeitos adversos.

E 620 — Ácido glutâmico; aminoácido constituinte das proteínas e importante intermediário do metabolismo do azoto das plantas e dos animais, pode ser obtido a partir do glúten do trigo ou de melaços de beterraba-açucareira, mas mais usualmente por fermentação de hidratos de carbono por bactérias (p. ex., Micrococcus glutamicus); é utilizado como suplemento dietético, como intensificador de sabor e substituto do sal;
considera-se não ter efeitos adversos, veja-se, todavia, comentários ao E 621.

E 621 — Glutamato monossódico; sal do E 620, encontra-se naturalmente na alga japonesa conhecida por seatango, mas é obtido de forma idêntica ao E 620; utiliza-se como intensificador de sabor e substituto do sal, sendo comercializado com a designação de Aji-no-moto; o seu consumo pode desencadear a «síndroma dos restaurantes chineses», que se manifesta por palpitações, dores de cabeça, tonturas, náuseas, dores no pescoço, endurecimento muscular e fraqueza dos braços; é proibido em alimentos para bebés.

E 622 — Glutamato monopotássico
; idêntico ao E 621.

E 623 — Diglutamato de cálcio
; idêntico ao E 621.

E 624 — Glutamato monoamónico;
idêntico ao E 621.

E 625 — Diglutamato de magnésio;
idêntico ao E 621.

E 626 — Ácido guanílico; nucleótido componente dos ácidos nucleicos, é utilizado como intensificador de sabor; embora se considere sem efeitos adversos,
deve ser evitado pelas pessoas que sofrem de gota, que não devem consumir alimentos ricos em purinas; proibido em alimentos para bebés.

E 627 — Guanilato dissódico;
sal do E 626, idêntico a ele.

E 628 — Guanilato dipotássico;
sal do E 626, idêntico a ele.

E 629 — Guanilato de cálcio; sal do E 626, idêntico a ele.

E 630 — Ácido inosínico; nucleótido componente dos ácidos nucleicos, é utilizado como intensificador de sa-bor; ter precauções idênticas às referidas para o E 626.

E 631 — Inosinato dissódico;
sal do E 630, idêntico a ele.

E 632 — Inosinato dipotássico;
sal do E 630, idêntico a ele.

E 633 — Inosinato de cálcio;
sal do E 630, idêntico a ele.

E 634 — 5’-Ribonucleótidos de cálcio; mistura de guanilato e inosinato de cálcio
(E 629+E 633).

E 635 — 5’-Ribonucleótidos dissódicos; mistura de guanilato e inosinato
dissódicos (E 627 + E 631).

E 640 — Glicina e respectivo sal de sódio; é o mais simples dos aminoácidos constituintes das proteínas; pode ser obtida a partir da gelatina ou por processos de síntese; tem sabor doce; é utilizado como excipiente; não tem efeitos adversos.

E 650 — Acetato de zinco.*

E 900 — Dimetilpolissiloxano; composto de síntese, contendo silício, do tipo silicone, utilizado como repelente da água e agente anti-espuma, em óleos, compotas, sopas, sumos, vinho, etc.; não tem efeitos adversos.

E 901 — Cera de abelhas (branca e amarela); usa-se como agente de revestimento, brilho e antiaderente; não tem efeitos adversos.

E 902 — Cera candelilha; cera amarela-acastanhada a castanha, obtida das «candelilhas» (Euphorbia antisyphilitica e E. cerifera), plantas mexicanas da família Euphorbiaceae; utiliza-se como agente de revestimento e brilho e para endurecer outras ceras.

E 903 — Cera de carnaúba; cera amarela a castanho-claro, obtida das folhas da carnaubeira (palmeira brasileira Copernicia prunifera), usada como agente de revestimento e brilho; não tem efeitos adversos.

E 904 — Goma laca; obtida da secreção resinífera de um insecto indiano afim das cochonilhas, o Laccifer lacca; é utilizada como agente de revestimento e brilho; não têm sido referidos efeitos adversos.

E 905 — Ceras microcristalinas; usado como agente de revestimento em confeitaria e em alguns frutos, como base em pastilhas elásticas, e como agente anti-espuma.*

E 907 — Poli-1-deceno hidrogenado; usado como agente de revestimento usado em produtos como caramelos.*

E 912 — Ésteres do ácido montânico (ácido gordo saturado em C28), usados como agentes de revestimento e brilho na superfície de frutos frescos, nomeadamente citrinos; diminuem a dessecação.

E 914 — Cera de polietileno oxidada; tem utilização idêntica à do E 912.

E 920 — L-Cisteína; Hidrocloreto de L-cisteína composto de origem animal utilizado como agente de tratamento de farinhas.*

E 927b — Ureia (ou carbamida); diamida com propriedades de base fraca, é obtida por síntese a partir do dióxido de carbono e da amónia a altas temperaturas e pressão; é utilizada como intensificador de sabor; não tem efeitos adversos.

E 938 — Argon; gás inerte de embalagem ou propulsor.

E 939 — Hélio; gás inerte de embalagem ou propulsor.

E 941 — Azoto; gás inerte de embalagem ou propulsor.

E 942 — Óxido nitroso; gás de embalagem.

E 943b —Isobutano; gás de embalagem.*

E 944 — Propano; gás de embalagem.*

E 948 — Oxigénio; gás de embalagem.*

E 949 — Hidrogénio; gás de embalagem.*

E 999 — Extracto de quilaia; extracto da casca da árvore sul-americana Quillaja saponaria (Rosaceae), cujos principais constituintes são saponinas triterpénicas de sabor amargo e propriedades detergentes; utiliza-se na preparação de bebidas aromatizadas não alcoólicas; as saponinas são altamente tóxicas para animais de sangue frio (moluscos, insectos), mas com pouca acção sobre os mamíferos (ingestão de extracto de quilaia por ratos, durante dois anos consecutivos, não mostrou efeitos adversos); as saponinas da quilaia baixam o colesterol do sangue e estimulam o sistema imunitário em animais de experimentação.

E 1103 — Invertase (EC 3.2.1.26); enzima hidrolítica produzido por fermentação submersa aeróbia da levedura Saccharomyces cerevisiae,
que catalisa a hidrólise da sacarose em glucose e fructose; utiliza-se em confeitaria, pastelaria e massas alimentícias.secas.*

E 1200 — Polidextrose; polímero de estrutura variável obtido artificialmente pela condensação da glucose com sorbitol e ácido cítrico (proporção aproximada de 90:10:1), estando as unidades de glucose ligadas entre si predominantemente entre os carbonos 1 e 6; utiliza-se como agente de volume e de textura, humidificante, estabilizador e espessante; não tem efeitos adversos.

E 1201 — Polivinilpirrolidona; formado por 200 a 7000 unidades de vinilpirrolidona, é um polímero de cor branca, solúvel na água, originando um sistema coloidal que tem sido usado como substituto do plasma sanguíneo; utiliza-se como expansor de volume e agente dispersante, nomeadamente em suplementos alimentares dietéticos na forma de pastilhas; tem a propriedade de complexar fenóis e outras substâncias, pelo que tem utilidade como agente clarificante, p. ex., na indústria da cerveja; não tem efeitos adversos.

E 1202 — Polivinilpolipirrolidona; forma insolúvel do E 1201, tem idênticas utilizações.

E 1404 — Amido oxidado; amido modificado; os amidos modificados obtêm-se através de um ou mais tratamentos químicos de amidos comestíveis, podendo ainda sofrer tratamento físico ou enzimático e serem fluidificados por via ácida ou alcalina, ou branqueados; são utilizados como espessantes
, considerando-se serem desprovidos de efeitos adversos; todavia na Grã-Bretanha tem sido evitada a sua utilização.

E 1410 — Fosfato de amido monossubstituído; amido modificado
(ver E 1404).

E 1412 — Fosfato de amido dissubstituído; amido modificado
(ver E 1404).

E 1413 — Fosfato de amido dissubstituído, fosfatado; amido modificado (ver E 1404).

E 1414 — Fosfato de amido dissubstituído, acetilado; amido modificado (ver E 1404).

E 1420 — Amido acetilado; amido modificado
(ver E 1404).

E 1422 — Adipato de amido dissubstituído, acetilado; amido modificado (ver E 1404).

E 1440 — Hidroxipropilamido; amido modificado
(ver E 1404).

E 1442 — Fosfato de amido dissubstituído, hidroxipropilado; amido modificado
(ver E 1404).

E 1450 — Sal de sódio de octenilsuccinato de amido; amido modificado (ver E 1404).

E 1451 — Amido oxidado acetilado; amido modificado
(ver E 1404).*

E 1505 — Citrato trietílico; éster do ácido cítrico (E 330), utilizado como agente de suporte e sequestrante (complexante de metais); não tem efeitos adversos.

E 1517 — Diacetato de glicetilo (diacetina).*

E 1518 — Triacetato de glicerilo (triacetina); é um éster do glicerol de estrutura idêntica a um óleo, usado como humidificante; não tem efeitos adversos.

E 1519 — Álcool benzílico.*

E 1520 — 1,2-Propanodiol (propilenoglicol); usado como solvente, agente de polimento e humidificador.*


http://www.quali.pt/aditivos-alimentares/497-lista-outros-aditivos

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Eletro-sensibilidade




Eletro-sensibilidade
Ao longo da última década, houve um drástico aumento das tecnologias das comunicações. Esse aumento em sua infra-estrutura, principalmente nas antenas de celulares, redes sem fios, satélites etc, transporta radiação para o mundo inteiro em cada segundo do dia. É a eletro-radiação magnética de saturação. Mas nem todas as pessoas suportam essas radiações e apresentam sintomas de uma doença do mundo moderno: a eletro-sensibilidade. 


O que é?
     Eletro-sensibilidade é uma doença que apresenta sintomas em pessoas eletro-sensíveis para uma determinada fonte de eletricidade, por exemplo, celulares, computadores ou até mesmo um equipamento elétrico de pequeno porte. Quer dizer, são pessoas que têm alergia a campos magnéticos fortes. Os sintomas são diversos e podem incluir problemas de pele, dores de cabeça, fadiga, desmaio, a sensibilidade à luz, problemas cardíacos e muito mais. Eletro-sensibilidade é um nome dado para as pessoas que são severamente afetadas a esses tipos de aparelhos.

 Cada indivíduo reage de uma diferente à doença, com os seus próprios sintomas e de fontes de energia elétrica que desencadeiam a eles. Essa singularidade torna difícil para a classe médica compreender e aceitar a doença. Embora muito real, a maioria dos países não reconhece o problema oficialmente como uma deficiência.

 Sintomas 
 Os sintomas podem variar de leve efeitos, como cefaléia, erupções, leve dor de cabeça, cansaço inexplicável, tonturas, pesadelos, baixa concentração, perda de memória e mudanças comportamentais. Mas apresenta efeitos muito mais graves, como queimação na pele, fadiga crônica, problemas cardíacos e desmaios. Cada doente é diferente e reage de forma única, com os seus próprios sintomas.

 Muito mais do que sintomas físicos
 Sofrem os efeitos, particularmente, aqueles que são hiper-sensíveis. Os problemas não são apenas os sintomas físicos. Muitos se tornam socialmente excluídos e são forçados a desistir ou mudar de emprego - para proteger-se dos bombardeamentos da poluição eletromagnética do mundo moderno. Depressão, dificuldades financeiras e falta de crença e apoio dos amigos, colegas, médicos e até por vezes familiar, são problemas que muitos doentes têm de lidar.

Diagnóstico e tratamento
Dada a grande variedade dos sintomas e causas, a eletro-sensibilidade é extremamente difícil de tratar. As razões para a doença ainda não são conhecidas e os cientistas têm geralmente grande dificuldade em obter os financiamentos de que necessitam para realizar pesquisas. Por isso, os pacientes têm níveis variados de sucesso com o tratamento.

futuro 
 Os governos, médicos e cientistas não podem ignorar os efeitos adversos sobre a eletro-sensibilidade por muito mais tempo. Como o número de pessoas afetadas cresce, ela deixa de ser diagnosticada como problema psicológico. A mídia de todo o mundo está informando e alertando sobre os perigos que todos nós enfrentamos no mundo moderno. Aos poucos, as pessoas começam a descobrir e a aceitar essa doença.

    O reconhecimento poderá alimentar processos legais por sofredores que alegam que as antenas de telefones celulares lhes causaram mal. Na Suécia, as pessoas alérgicas à energia elétrica já recebem ajuda financeira do governo para reduzir a exposição em suas casas e locais de trabalho, informa o The Sunday Times. Fios especiais são instalados nas casas dos sofredores, e fogões elétricos são substituídos por outros a gás. Paredes, telhados, pisos e janelas podem ser cobertos por uma fina folha de alumínio para isolar os campo magnético - a área de energia que se forma ao redor de todo condutor elétrico.
 
www.electrosensitivity.org


Eletrosensibilidade é o nome dado às condições que causam em cada um de nós, a perda de bem-estar provocada pela poluição electromagnética.  Nós sabemos que qualquer fio elétrico ligado à corrente, se fôr tocado produz um choque, mas se o fio estiver isolado, não apanhamos choque e não representa perigo.  Na verdade, qualquer fio ligado a uma rede eletrica, produz um campo electromagnético no nosso corpo, usando o mesmo principio do wireless ( sem fios ), e cada pessoa reage de modo diferente aos efeitos desta eletricidade induzida.  Todos somos sensíveis a estes campos elétricos duma forma ou de outra,  mas a pergunta fica….Quanto sou eu?   Embora possam ser feitas medidas com aparelhos sofisticados, podemos fazer um simples teste da nossa sensibilidade,  para saber da nossa propensão para ser afetado.

Veja se eventualmente sente qualquer dos sintomas que se seguem: Durante longas viagens de carro sente-se letárgico, cansado, com dores de cabeça ou migraine – Depois de longos periodos do uso de telemóvel ou telefone portátil em casa, sente dores de ouvido, ardôr  ou dores de cabeça – Quando acorda, sente-se como não tivesse dormido bem – Sofre regularmente  de insónia, dores de cabeça, depressão, irritabilidade, comichão na pele, náusea, tinitus ou apitos no ouvido?. Se não tem qualquer destes sintomas, sinta-se muito feliz por estar de esplêndida saúde. Se tem alguns destes sintomas, deveria procurar mais informações sobre os efeitos nocivos do ElectroSmog,  mas se tem bastantes destes sintomas, a sua saúde está em perigo, e deveria dar-lhe atenção imediata.

Saiba mais pelo:    
http://www.bioelectrichealth.org/voltage.htm

Os sintomas duma electrosensibilidade alta podem manifestar-se por problemas: FÍSICOS - Dificuldades com o sono, Acordar de noite varias vezes; Agitação; Sentir que não se  descançou bem; Cansaço anormal, Fraqueza; Tremores ou Tonturas; Dores de Cabeça por vezes fortes ou severas; Pele sêca ou com comichões, irritações escamas ou sensações de bichos a andar pela pele; Arritmias na pulsação, Subidas de tensão;  Dificuldades de visão, irritação e vontade de coçar os olhos;  Dores nas articulações, ossos, nos braços ou nas pernas, Caìmbras nos braços ou pernas.   COGNITIVOS - Perdas temporárias de memória ; Faltas de concentração ; Dificuldades de aprender coisas novas.  EMOCIONAIS - Alterarações de comportamento ; Depressão ; Mudanças de humor.

QUE TIPO DE PROBLEMAS PODEM CAUSAR ESTES CAMPOS?  - O sistema nervoso humano, trabalha com impulsos elétricos de muito baixa voltagem, e por isso, os campos induzidos no nosso corpo, causam fatores de desequilíbrio que explicam os vários tipos de sintomas e perturbações.  E donde surgem estes campos elétricos que fazem elevar nossa Voltagem Corporal?    Na maioria das vezes, eles são induzidos pelas cablagens elétricas que correm dentro das paredes, das nossas casas ou escritórios, ou muitas vezes pelos fios das extensões dos aparelhos que temos à nossa volta. Outra fonte destes campos, pode ser das cablagens no chão, ou no teto do vizinho de baixo, ou podem ser gerados por linhas de distribuição elétrica que passam perto da casa, linhas de alta tensão, linhas de elétricos ou comboios , tranformadores de potência ou sub-estações de distribuição, antenas de telemóveis e outras fontes diversas.

PESQUISAS ESTÃO LIGANDO AUTISMO A CAMPOS ELÉTRICOS E ELECTROMAGNÉTICOS, afirma o Dr. Dietrich Klinghardt, MD, PhD da Academia Neurobiologica de Klinghardt, Sussex UK..  Veja mais em:
 

domingo, 11 de setembro de 2016

ATP - Adenosina Trifosfato

O corpo humano é constituído por partículas positivas e negativas (ions). E interage com os campos a sua volta.
A voltagem positiva interfere no fluxo de elétrons e ajeita a molécula de ATP desabilitando sua ruptura.
"A micro corrente acelera em até 500% a produção do Trifosfato de adenosina (ATP), sendo essa molécula a grande responsável pela síntese proteica e regeneração tecidual devido a sua participação em todos os processos energéticos da célula."



Energia sob a forma de ATP
Cada vez que ocorre a desmontagem da molécula de glicose, a energia não é simplesmente liberada para o meio. A energia é transferida para outras moléculas (chamadas de ATP - Adenosina Trifosfato), que servirão de reservatórios temporários de energia, “bateriazinhas” que poderão liberar “pílulas” de energia nos locais onde estiverem.

No citoplasma das células é comum a existência de uma substância solúvel conhecida como 
adenosina difosfato, ADP. É comum também a existência de radicais solúveis livres de fosfato inorgânico (que vamos simbolizar por Pi), ânions monovalentes do ácido orto-fosfórico. Cada vez que ocorre a libertação de energia na respiração aeróbica, essa energia liga o fosfato inorgânico (Pi) ao ADP, gerando ATP. Como o ATP também é solúvel ele se difunde por toda a célula.



Na LUZ do AMOR e da PAZ
Helô




quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Sabonetes antibacterianos - EUA proíbem esses sabonetes - lista completa de substâncias proibidas pela FDA


EUA proíbem sabonetes que “matam até 99,9% das bactérias”


A lista completa de substâncias proibidas pela FDA (que a agência acredita serem usadas em mais de 700 marcas de sabonetes bactericidas):
Cloflucarban
Fluorosalana
Hexaclorofeno
Hexilresorcinol
Complexo de Iodo (Éter-sulfato de amônio e o monolaurato de sorbitano de polioxietileno)
Éster fosfato de ariloxialquila de polietilenoglicol
Complexo iodo etanol, nonil fenoxi-polioxietileno
Iodopovidona (5% a 10% de concentração)
Complexo de iodo e cloreto de undecoylium
Cloreto de metilbenzetônio
Fenol
Amyltricresols secundária
Oxicloroseno de sódio
Tribromsalan
Triclocarban
Triclosan
Corante triplo (verde brilhante, violeta de genciana, hemissulfato de proflavina).
Se você quer evitar infecções, fique na clássica mistura de sabão comum e água. Pelo menos, essa é a recomendação da FDA, que regula remédios e alimentos nos EUA, como a Anvisa no Brasil.
A agência baniu 19 químicos usados na maioria dos sabonetes que dizem eliminar "até 99,9% das bactérias". Eles vão precisar sair do mercado em até 1 ano.
A preocupação da agência tem dois motivos: eficácia e segurança. Em 2013, a FDA pediu que as marcas que produzem sabonetes com bactericidas - ou seja, substâncias químicas que matam bactérias - enviassem estudos e dados que comprovassem que seu produto matava mais micróbios que o sabão neutro comum.
Grande parte das marcas não chegou a mandar documento algum, alegando que estudos clínicos com seres humanos são caros e longos.
E os estudos que chegaram na agência não foram suficientes para garantir que o sabonete realmente faz o que promete e não convenceram a FDA.
Só que os problemas não param por aí. Ainda que ficasse provado que o sabonete bactericida funciona perfeitamente, matando 99,9% da bactérias, isso não é necessariamente uma notícia boa.
O julgamento final da FDA incluiu mais de 20 estudos preocupantes sobre os 19 químicos banidos esta semana - especialmente os mais comuns, Triclocarban e Triclosan.
Em primeiro lugar, ninguém sabe exatamente quanto tempo essas substâncias ficam no organismo. O Triclosan, por exemplo, mesmo enxaguado, é absorvido pela pele e vai parar na urina.
Somos expostos com tanta frequência a esses compostos que ninguém sabe exatamente quanto tempo leva para serem eliminados do corpo.
Mais graves são os resultados de estudos que mostram que o Triclocarban pode causar alterações nos hormônios da tireoide e na ação da testosterona. Testes com ratos na puberdade também mostraram riscos para o desenvolvimento sexual.
Esses efeitos hormonais podem aparecer só depois de muitos anos da exposição inicial, e não são a única preocupação dos cientistas. Há também o problema das superbactérias.
Os bactericidas do sabonete não são antibióticos, que também matam bactérias, mas com mecanismos diferentes. Só que pesquisadores têm estudado uma possibilidade assustadora: que bactericidas acabem selecionando bactérias resistentes a antibióticos.
Dos 99,9% das bactérias mortas quando você lava as mãos com um sabão antibacteriano, aquele 0,01% provavelmente tem uma resistência genética ao princípio ativo do germicida. E vai continuar a se reproduzir, criando números cada vez maiores de bactérias resistentes.
Os cientistas ainda não tem certeza se, na sua mão, essa seleção natural pode trazer problemas graves. Mas, em laboratório, já conseguiram demonstrar que uma bactéria sobrevivente ao Triclocarban pode desenvolver "resistência cruzada" a antibióticos - e não em um estudo isolado, mas em 10 trabalhos diferentes encontrados pela FDA.
Um deles, inclusive, mostrou que a Salmonela se torna mais resistente a vários medicamentos depois da exposição prolongada a sabonetes desinfetantes.
As marcas de sabonete ganharam 3 anos para se defender contra os resultados desses estudos, mas não foi suficiente para garantir, além da eficácia, a segurança desses produtos no longo prazo.
Além dos químicos banidos, a FDA ainda vai analisar os desinfetantes de mão e os produtos usados em hospitais, para avaliar se eles também apresentam um risco para quem faz uso deles diariamente - enfermeiros, por exemplo, chegam a limpar as mãos até 100 vezes por dia (uma ótima prática? A não ser que o produto esteja colocando a saúde deles mesmos em risco).
Por enquanto, a recomendação do órgão norte americano para quem não é profissional de saúde é se ater a lavar as mãos com água e sabão e só usar desinfetantes de mão com no mínimo 60% de álcool - o que seria mais que suficiente para limpar a superfície das mãos sem absorver químicos com efeitos duvidosos.
http://exame.abril.com.br/